Marcos Bulhões

Quando chega o tempo certo

Quando chega o tempo certo a gente entende e agradece por cada segundo errado. Errado não por não ter amor o suficiente, carinho o bastante ou a saudade necessária… errado por não ter a paciência necessária, o calar importante e a maturidade para aceitar que habitávamos caminhos diferentes, embora lado a lado. Leia mais

Mallu Navarro

Fique com quem respeita tuas imperfeições

Sabe aquele cara que não desiste, mesmo quando você força a barra?! Não que você deva apelar para testar o sentimento dele, você deve ser você, cheia de defeitos; se ele insistir em estar ao seu lado propondo-se a te ajudar a ser melhor, pode crer que as intenções são boas. Leia mais

Pedro Silva

Carta dedicada à um coração inseguro

A insegurança basicamente é definida como um estado emocional onde nos sentimos inferiores, não nos enxergando como suficientes para algo ou alguém. Além dessa horrível sensação, ela sempre costuma vir carregada de medo e a vontade de desistir por não se achar capaz. E sabe o que é pior nisso tudo? Nós realmente damos ouvidos a ela e acreditamos nisso. E é aí que mora o maior problema. Leia mais

Pedro Silva

Desistir da gente não é e nunca será a melhor ideia

Eu sei que não dá para voltar e entendi isso naqueles primeiros minutos de conversa em que você disse, compassadamente, que não damos certo e que não importava tentar, nós iríamos voltar ao mesmo lugar. Já era, chega. Até porque já tentamos. Não só uma, mas cinco vezes. Sim, eu contei todas as vezes em que perdíamos o rumo de tudo e esquecíamos que somos muito melhores juntos e que não importava os problemas ou as possibilidades de dar certo, o nosso errado era certo. Leia mais

Mallu Navarro

Obrigada por partir

Você fez por mim o que eu jamais faria. Eu escolheria permanecer ao seu lado na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias de minha vida. Eu te apoiaria em suas decisões, te levantaria quando precisasse, te animaria em dias tristes e te amaria com todo respeito do mundo. Leia mais

Ester Chaves

Não ligue o “foda-se”, ative o botão do esquecimento

Até pouco tempo, o fim dos relacionamentos amorosos limitava-se a um adeus de portão. Sem troca de farpas. Sem escândalos. Um silêncio contemplativo acompanhava a silhueta do ex-amor que desaparecia lentamente na esquina da rua. Não havia brigas nem alardes. Compreendia-se que o término sinalizava o início de outras experiências e cada um seguia o seu rumo sem olhar para trás. Comportamentos que foram, desastrosamente, substituídos por uma série de atitudes vergonhosas. Leia mais